Eu tenho um martírio diário, um belo martírio: escrever. E tenho também um desafio, desafio doce desses que a gente gosta: escrever simples e bonito. Então, toda a vez que estou sendo ilumindo não por Deus mas pela luz azul do monitor do PC, vou pescando palavras, assim como meu pai também pesca. Ele, lambaris, eu, vernáculos que nem merecem este nome, tão simples, despojados, errantes e vagabundos são.
Gosto de escrever.
Acho que nós, jornalistas (e acrescento: com ou sem diploma), temos uma profissão deliciosa e somos pagos, imagine, por uma coisa que nem é nossa. Que delícia.
Publicado em 24 de janeiro de 2003 às 17:33 por manzano
A Cathy já me disse que você não costuma responder, e eu já me acostumei - leio o 'Tolos' diariamente, sem comentar.
Mas gostaria mesmo saber sua opinião sobre a questão do diploma do jornalista.
Abraços,
Adilson