Então chega um tempo em que o mais importante é sempre se perguntar “em nome de quê?”. Em nome de quê venho trabalhar? Em nome de quê acordo às 5h30? Em nome de quê almoço? Em nome de que participo de reuniões e saio sempre perdendo delas? Em nome de que fico em silêncio e em nome de que falo? Em nome de quê?
Este tempo, que se aproxima e acena para mim com uma infantilidade quase mórbida, é duro. Quando estas perguntas são feitas, a sensação é como aquela de limpar gavetas. A propósito: há quanto tempo você não limpa as suas gavetas?
Publicado em 05 de novembro de 2002 às 12:13 por manzano
em nome do pai,
em nome da vida,
...
em nome dos filmes.
sei lá!